A Balsa da Medusa — Théodore Géricault
Realizada por Théodore Géricault durante o século XIX (1818-1819), A Balsa da Medusa não é
aconselhada às almas sensíveis por ser tão realista. Ela representa os sobreviventes (e os mortos)
do naufrágio da Medusa que pedem ajuda ao ver à distância a silhueta de outro navio que poderia
salvá-los. É uma importante obra na pintura francesa do século 19, geralmente, considerada um ícone
do Romantismo. Representa um acontecimento cujos aspectos humanos e políticos despertaram grande
interesse em Géricault. O pintor pesquisou em detalhes a história do naufrágio da fragata francesa
Medusa
na costa do Senegal em 1816, com 150 pessoas a bordo. Fez vários esboços antes de decidir sobre
sua composição definitiva. Reuniu documentação e ouviu relatos dos sobreviventes.
(Reprodução: Internet)
A Grande Odalisca — Jean Auguste Dominique Ingres
A Grande Odalisca é uma pintura do artista francês Jean-Auguste-Dominique Ingres, um dos principais
representantes do neoclassicismo. Quando foi exibida ao público, provocou indignação dos críticos,
que ridicularizaram sua modelagem radicalmente atenuada. A obra é o vínculo do artista e do século
XIX ao
orientalismo, e toda a aura erótica criada em torno da figura da odalisca que habita os haréns pulsa
no quadro de Ingres. Entre os poucos elementos dispostos no cenário, todos convergem para a figura
da odalisca e a composição de seu corpo. Ela é esta imagem forte que ocupa o quadro por completo, e
busca sair dele pela sua dimensão proposta ao seduzir pela forma.
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A Mona Lisa — Leonardo da Vinci
Como não falar da Mona Lisa? O retrato da suposta esposa de Francesco del Giocondo é considerado o
quadro mais famoso do mundo. O roubo desta tela de Leonardo da Vinci no século XIX e os mistérios
sobre sua origem não param de atrair as multidões. Diz-se que quem encomendou o quadro de Leonardo
da Vinci era um nobre instalado em Florença. Duas vezes viúvo, Francesco del Giocondo casou em 1495
com uma jovem mulher de nome Lisa. Foi esta história que deu o nome a este pequeno quadro de uma
dimensão de 77x53 cm.
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A Morte de Marat — Jacques-Louis David
A Morte de Marat é uma importante pintura realizada por Jacques-Louis David (1748-1825), pintor
francês e uma das figuras mais importantes do Neoclassicismo. Essa composição esparsa obriga o
espectador a
contemplar o corpo de Marat, que aparece pacificamente esparramado. A ferida de faca, visível em seu
peito, é mal indicada e apenas vislumbres da água do banho ensanguentada sugerem a violência
anterior.
Embora o governo revolucionário tenha proibido a religião, David criou uma analogia visual entre
Marat e as imagens do Cristo morto. A curva graciosa do braço remete à Pietà de Michelangelo e
outras cenas
da Deposição da Cruz; o turbante branco enrolado em sua cabeça serve como substituto de uma auréola.
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A Tecelã — Johannes Vermeer
Famoso quadro do século XVI de Johannes Vermeer, A Tecelã inspirou um romance de sucesso e um filme
com Isabelle Huppert chamado 'La Dentellière' (A Rendeira) (1977) no papel principal. Este
quadro mostra uma jovem concentrada em seu trabalho. É
uma representação fiel da ocupação das distrações e dos trabalhos da época. Vermeer era conhecido
por sua habilidade de capturar a luz e criar estados de espírito íntimos, teve sua carreira dedicada
a explorar momentos delicados da vida cotidiana, documentando espaços e ambientes privados.
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O Banho Turco — Jean-Auguste-Dominique Ingres
O pintor Jean-Auguste-Dominique Ingres era um artista reconhecido em seu tempo. Em 1862, pinta O
Banho Turco, óleo sobre tela colocada sobre madeira, 108 cm x 108 cm que mostra um grupo
de mulheres nuas em um harém, como imaginavam os Ocidentais. A obra apresenta mulheres pintadas num
estilo altamente erótico que evocam o Próximo-Oriente bem como os estilos clássicos ocidentais
associados aos assuntos mitológicos. A obra foi produzida quando Ingres já estava com 82 anos de
idade, fato esse que demonstra que sua verdadeira paixão pelo nu não era fruto de um ímpeto juvenil
de um artista em início de carreira.
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Retrato de Madeleine — Marie-Guillemine Benoist
Retrato de Madeleine é uma obra da pintora francesa Marie-Guillemine Benoist (1768-1826). A pintura
retrata uma jovem negra em uma pose altiva e serena, com um olhar enigmático. Esta pintura é um
exemplo perfeito do estilo neoclássico, que se caracteriza pela atenção aos detalhes, precisão e
clareza na representação da figura humana. Antigamente nomeada como 'Retrato de Uma Mulher Negra',
a mostra alterou títulos de pinturas para dar destaque à identidade das personagens negras que estão
representadas na telas de grandes pintores. A ação busca reparar o anonimato a que essas figuras
foram relegadas na história da arte, sem nome ou individualidade, muitas vezes representadas como
tipos raciais.
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Vitória de Samotrácia — Desconhecido
Escultura em mármore branco da ilha de Paros (Grécia) de cerca de 250 a.C a 185 a.C. Na Grécia
antiga, “Niké” (em latim) ou “Vitória” (em romano) ou “Nice” (em português) era a deusa
mensageira enviada por Zeus para anunciar o triunfo e a glória, aos vencedores dos campos de
batalhas, seja ela terrestre ou naval. A estátua 'Victoire de Samothrace' (Vitória de
Samotrácia) foi descoberta pelo arqueólogo francês Charles Champoiseau em 1863.
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